Tetraplégico consegue milagres e dirige do Rio de Janeiro até Aparecida para pagar promessa

"Se a gente não tiver fé, a gente fica deprimido, fica doente, não consegue e as coisas começam a dar tudo errado", diz o artista Márcio Alcântara.


Apoiado pela mãe, aos poucos, Márcio também foi desenvolvendo habilidades que ele nunca imaginou antes. E foi na pintura que encontrou uma maneira de superar o trauma do acidente e expressar o amor por Nossa Senhora Aparecida.


Movimentos lentos, mas que revelam uma força de vontade impressionante. Para conseguir uma bolsa de estudos oferecida por uma associação da Suíça - que reúne artistas que pintam com a boca ou com os pés, Márcio fez uma promessa à padroeira.


“Nossa Senhora, eu pinto um quadro pra senhora, com a sua imagem e vou levar na Basílica se eu passar. Aí pintei o quadro e deixei lá. E aí um mês depois saiu a bolsa”, relembra. Quando voltou ao santuário, a surpresa: “Quando entrei na sala dos milagres, quando estava olhando lá, eu vi meu quadro dentro de uma vitrine. Eu falei ‘Nossa Senhora gostou do meu quadro’".


Um emprego, uma bolsa de estudos, e os pedidos não pararam por aí. Depois que o Márcio ficou tetraplégico, o maior sonho da vida dele era um dia voltar a dirigir. E para conseguir realizar esse sonho, o que ele fez? Uma promessa pra Nossa Senhora Aparecida. E a promessa deu muito certo. “Falei: ‘minha mãe me ajuda porque se eu comprar meu carro e voltar a dirigir eu vou lhe fazer uma visita lá na sua Basílica, dirigindo’ Foram 300 quilômetros. Fui e quando cheguei lá a emoção foi tão grande que até passei mal”, relembra o artista.


Para quebrar a escuridão, basta acender uma vela. Mas quando elas estão juntas num mesmo lugar, a dança das chamas clareia mais que um ambiente, ela ilumina a alma. A sala das velas parece um templo separado. Quem entra, geralmente vem para fazer um pedido, mas deixa ali mais um ponto nesse mosaico de luz.


Só que como em todos os outros setores, é preciso manutenção. As bases têm um sistema de aquecimento embaixo. Quando chegam a 60 graus, derretem tudo. Toda a cera na forma derretida, líquida, fica bem mais fácil de ser removida. E tudo vai para um lugar que fica bem embaixo da capela das velas. No momento que ela chega, em contato com a água, vira uma chapa. Essa chapa é quebrada, depois é ensacada e recolhida por uma empresa. E o subterrâneo da Basílica ainda reserva outras surpresas.


No segundo subsolo do Santuário, bem embaixo do altar central, o Globo Repórter tem acesso a um dos túneis subterrâneos que têm quase um quilômetro de extensão. A tecnologia ajuda a controlar essa verdadeira cidade. Em uma sala, engenheiros e técnicos monitoram todo o sistema elétrico e de climatização. Qualquer alteração dispara um alarme. Dali, eles controlam até a temperatura da água que batiza os bebês no Santuário. As mais de 200 crianças batizadas por mês, agradecem.

via G1

Outras Notícias

“Depois das noites de lágrimas, nascem manhãs de combate e tardes de vitória”

Pe. José Eduardo Oliveira compartilhou esta oração, em que transmite as palavras que Deus lhe diz ao coração:O t...

3 maneiras de fazer amizade como Maria

A amizade é crucial para o bem-estar humano. Quando não temos pelo menos algumas pessoas em quem confiar e nos apoiar...

O Papa: aprender com Abraão a rezar com fé, a falar com Deus como um filho ao pai

Mariangela Jaguraba - Vatican News“A oração de Abraão” foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Ge...

Consagração da família ao Sagrado Coração de Jesus

Adevoção ao Sagrado Coração é a devoção que vem do amor como princípio, que se dirige ao amor como fim, que emprega o...

Papa doa ambulância para os pobres de Roma

O Papa Francisco abençoou neste domingo, antes da Missa de Pentecostes, uma ambulância para os pobres de Roma.A ambul...

Papa: “Ensinem as crianças a fazerem bem o Sinal da Cruz: é a primeira oração!”

Na manhã desta quarta-feira, 27, ao encerrar a sua catequese da Audiência Geral sobre a oração dos justos e o embate ...