Mulher deu à luz trigêmeas idênticas; ela rezou a Nossa Senhora das Graças durante toda a gravidez

A imagem de Nossa Senhora que acompanhou uma gestação rara

Vitória, Delfina e Julieta são geneticamente idênticas. As trigêmeas nasceram de um tipo de gestação que acontece uma vez a cada 200 milhões de casos, chamada de gravidez gemelar univitelina. Isso acontece quando um único óvulo, fecundado por um só espermatozoide, sofre posteriormente uma divisão, gerando bebês com as mesmas características genética.

Elas estão com uma semana de vida e em bom estado de saúde, embora permaneçam preventivamente na UTI, já que nasceram de 32 de semanas e com pouco mais de um quilo e meio cada.

A mãe delas também está em perfeito estado. No parto, ela foi acompanhada por Leonel, o pai, respeitando todas as medidas de prevenção impostas pela pandemia do novo coronavírus na Argentina.

Vanina e Leonel souberam da gravidez quando estavam viajando pela Europa. Os dois têm 35 anos e são professores. Eles já estavam planejando aumentar a família quando fizeram um teste da marca “Baby Boom”, comprado na Polônia. Mas o “boom” mesmo veio quando eles regressaram à Argentina, em 15 de fevereiro de 2020 e ficaram sabendo que esperavam três bebês.

Em boa companhia e proteção

As gêmeas são as primeiras filhas do casal e só poderão ir para a casa daqui a algumas semanas. Mas a família, por enquanto, não vai poder visitá-las, por causa do risco de contaminação pelo coronavírus.

Entretanto, os pais não estão sozinhos nessa etapa. Vanina disse ao portal Infobae que tem uma companhia especial: Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. Ela contou que conheceu essa devoção na Polônia, onde ficou sabendo que estava grávida. De lá pra cá, não desgrudou mais da imagem, nem na maternidade, que, acredite, fica a 800 metros de uma igreja dedicada a Nossa Senhora das Graças. 

A possibilidade de complicações para uma gravidez dessas características era latente. As meninas poderiam nascer muito prematuras e com baixa possibilidade de sobrevivência. Vanina teve que passar grande parte da gestação de repouso, mas até agora foi tudo bem. A mulher atribui isso às bênçãos de Nossa Senhora.

Em suas aparições a Catarina Labouré, a Medalha Milagrosa revelou que os raios que saíam de seus anéis eram as graças obtidas por aqueles que pediam. Mas havia alguns que não projetavam luz: eram graças disponíveis que ninguém pedia.

Nossa Senhora apareceu a Santa Catarina em tempos de conturbação mundial, guerra e pobreza. Hoje, quase 200 anos depois, pouco parece ter mudado. E ela continua igualmente atenta e vigilante, cuidando e concedendo graças a quem pede.


Créditos: Aleteia

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