o Santo Padre advertiu que o demônio continua perseguindo e atacando, porque quer destruir a harmonia entre o homem e a mulher

15 ocasiões em que o Papa Francisco assegurou que o diabo existe

Em muitas ocasiões ao longo do seu pontificado, o Papa Francisco alertou os fiéis católicos em todo o mundo sobre as armadilhas do demônio ou do diabo.


A seguir, apresentamos quinze ocasiões em que o Santo Padre falou de maneira forte e clara sobre o demônio, sua existência, sua ação e o que um católico pode fazer para combatê-lo:


1. O diabo não é um mito e devemos combatê-lo


Em 30 de outubro de 2014, na homilia da Missa que presidiu na capela da Casa Santa Marta, o Santo Padre disse: “Fizeram crer a esta geração e a tantas outras que o diabo era um mito, uma figura, uma ideia, ideia do mal, mas o diabo existe e nós temos de lutar contra ele! São Paulo disse, não fui eu que disse isso! A Palavra de Deus diz!”.


“O diabo é mentiroso, é o pai dos mentirosos, o pai da mentira”, afirmou.


2. A tática do demônio para tentar o homem


Em 11 de abril de 2014, o Santo Padre explicou que assim como o demônio “tentou Jesus tantas vezes e Jesus sentiu as tentações em sua vida”, também os homens são tentados.


“Também nós somos objeto do ataque do demônio, porque o espírito do mal não quer a nossa santidade, não quer o testemunho cristão, não deseja que sejamos discípulos de Jesus”, disse.


“Como faz o espírito do mal para nos afastar do caminho de Jesus? A tentação começa levemente, mas cresce, cresce sempre. Depois , cresce e contagia outro, transmite-se para outro, procura ser comunitária. E, por fim, para tranquilizar a alma, justifica-se. Cresce, contagia e justifica-se”, advertiu.


3. Existe um demônio e uma guerra contra a verdade e a vida


Em 31 de dezembro de 2015, em uma audiência com milhares de crianças na Sala Paulo VI no Vaticano, o Santo Padre afirmou: “no mundo há a luta entre o bem e o mal, dizem os filósofos. É a luta entre o diabo e Deus. Isto ainda existe. Quando a cada um de nós vem a vontade de fazer uma maldade, aquela pequena maldade é uma inspiração do diabo. Que através da debilidade que o pecado original deixou em nós, leva a isto. Pratica-se o mal nas pequenas coisas como nas grandes”.


“É uma guerra contra a verdade de Deus, a verdade da vida, contra a alegria. Esta luta entre o diabo e Deus, diz a Bíblia, continuará até ao fim”, explicou.


4. O diabo tem 2 armas para destruir a Igreja a partir de dentro


Em 9 de setembro de 2016, em discurso diante de mais de 100 bispos no Vaticano, Francisco assinalou que “as divisões são a arma mais próxima do diabo para destruir a Igreja. Ele tem duas armas, mas a mais perigosa é a divisão. A outra é o dinheiro. O diabo entra no bolso e destrói com a língua, com as fofocas. E fofocar é um hábito ‘terrorista’”.


“O fofoqueiro é um ‘terrorista’, que joga uma bomba – a intriga – para destruir. Por favor, lutem contra as divisões, porque é uma das armas que o diabo usa para destruir a Igreja local e a Igreja universal”.


5. Cuidado com o diabo porque causa divisão e joga sujo!


Em 12 de setembro de 2016, o Santo Padre disse em Santa Marta que na Igreja “o diabo semeia ciúmes, ambições, ideias, mas para dividir! Ou semeia cobiça”.


É como acontece depois de uma guerra: “tudo fica destruído”. “E o diabo vai embora contente. E nós, ingênuos, fazemos o seu jogo”.


6. A guerra vem do demônio porque deseja o mal!


Em 20 de setembro de 2016, na homilia da Missa na Casa Santa Marta, o Papa afirmou que a guerra é um dos sinais do diabo.


“Não existe um deus da guerra”, afirmou e acrescentou que é obra do “maligno”, que “quer matar todo mundo”. Por isso, o Pontífice pediu rezar com a convicção de que “Deus é Deus de paz”.


Hoje, convida-se “todos os homens de boa vontade, de qualquer religião, a rezar pela paz”, porque “o mundo está em guerra! O mundo sofre!”, disse.


7. Corrupção é fazer-se seguidor do diabo


Em 17 de novembro de 2016, em um discurso aos membros da Associação de Empresários Católicos, Francisco disse que a corrupção é “fazer-se seguidor do diabo”.


“A corrupção é gerada pela adoração do dinheiro e volta para o corrupto prisioneiro dessa mesma adoração. A corrupção é uma fraude da democracia e abre as portas a outros males terríveis como a droga, a prostituição e o tráfico de pessoas, a escravidão, o comércio de órgãos, o tráfico de armas etc. A corrupção é fazer-se seguidor do diabo, pai da mentira”, afirmou o Santo Padre.


8. Com o diabo não se dialoga


Em 25 de novembro de 2016, também em Santa Marta, o Pontífice disse que o diabo “é um mentiroso, ou mais: é o pai da mentira, gera mentiras, é um impostor. Leva a crer que se comes a maçã, serás como Deus. Ele a vende assim e tu a compras; no fim, ele te engana, arruína tua vida”.


O Pontífice se perguntou como podemos fazer para não nos deixarmos enganar pelo diabo. “Jesus nos ensina como: não dialogar nunca com o diabo. Com o diabo não se dialoga. O que Jesus fez com o diabo? O expulsava”.


9. Deus permite que o demônio tente sacerdotes para que cresçam na fé


Em 2 de março de 2017, em um encontro com o clero da Diocese de Roma, na Basílica de São João de Latrão, o Papa disse aos sacerdotes que devem seguir como exemplo a fé de Simão Pedro, constantemente submetida a provações pelo diabo. Este tipo de provações, “Deus não as envia diretamente, mas não as impede”, disse.


“Toda a vida de Simão Pedro pode ser vista como um progresso na fé graças ao acompanhamento do Senhor, que lhe ensina a discernir no seu próprio coração o que procede do Pai e o que procede do demônio”.


“Talvez, a maior tentação do demônio foi esta: insinuar em Simão Pedro a ideia de não ser digno de ser amigo de Jesus porque ele o traiu”, indicou o Pontífice. “Mas o Senhor sempre é fiel. E sempre renova a sua fidelidade”.


10. O diabo sempre entra pelo bolso


Em 1º de abril de 2017, no discurso com a Comunidade do Pontifício Colégio Espanhol de São José, em Roma, o Papa disse aos sacerdotes que “o diabo entra sempre pelo bolso”.


Os sacerdotes, disse Francisco, “não podem se contentar com a conduta de uma vida ordenada e confortável, que os permita viver sem preocupações, sem sentir a necessidade de cultivar um espírito de pobreza radicado no Coração de Cristo que, não obstante fosse rico, se fez pobre por nossa causa ou então, como reza o texto, para nos enriquecer”.


11. O que fazer se o demônio te seduz? O Papa dá algumas recomendações


No dia 13 de outubro de 2017, na Missa na capela da Casa Santa Marta, o Papa encorajou os fiéis a estar “atentos” diante das tentações e das ações do diabo, que “lentamente busca mudar os critérios, para levar-nos à mundanidade”.


“Mimetiza-se em nosso modo de agir e nós dificilmente nos damos conta”, disse.


12. Papa Francisco faz uma nova advertência sobre Satanás


O Papa Francisco advertiu em 13 de dezembro de 2017 que o diabo “não é uma coisa difusa”, mas “uma pessoa” com quem não se deve dialogar.


“Com Satanás não se pode dialogar. Porque se você começa a dialogar com Satanás, está perdido. Ele é mais inteligente do que nós. Ele te dá muitas voltas, ele dá voltas no teu pensamento e você está perdido”, assinalou.


13. Papa Francisco: Onde Nossa Senhora está, o diabo não entra


Na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma, Itália, o Papa Francisco disse em 29 de janeiro de 2018 que “onde Nossa Senhora é de casa, o diabo não entra”.


“A mãe guarda a fé, protege as relações, salva nas intempéries e preserva do mal”, assegurou.


14. O Papa adverte: O diabo é um derrotado, não se deixem enganar por ele


Em 8 de maio de 2018, o Papa Francisco disse que o diabo “é perigosíssimo. Apresenta-se com todo o seu poder, as suas propostas são mentiras e nós, tolos, acreditamos”.


Entretanto, destacou, o diabo “é um derrotado” e “podemos dizer que é um moribundo”.


15. Papa Francisco: O diabo busca destruir a harmonia entre o homem e a mulher


Na Missa celebrada na manhã do último dia 1º de junho, na capela da Casa Santa Marta, o Santo Padre advertiu que o demônio continua perseguindo e atacando, porque quer destruir a harmonia entre o homem e a mulher, e novamente denunciou as “colonizações ideológicas” e outras formas de destruição.

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