Notícia de Segunda, 9 de Novembro de 2009
As decisões precipitadas
Existia um lenhador que acordava às 6 horas da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha e só parava tarde da noite.
       Esse lenhador tinha um filho, lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como bicho de estimação e de sua total confiança.
       Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho.
       Todas as noites ao retomar do trabalho, a raposa ficava feliz com sua chegada.
       Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem e, portanto, não era confiavel. 
       Quando ela sentisse fome, comeria a criança.
       O lenhador sempre argumentando com os vizinhos falava que isso era uma grande bobagem. 
       A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
       Os vizinhos insistiam: "Lenhador, abra os olhos ! A Raposa vai comer seu filho.
       Quando sentir fome, comera seu filho!"
       Um dia, o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários, ao chegar em casa viu a Raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensangiientada.
       O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa.
       Ao entrar no quarto, desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranqüilamente e, ao lado do berço, uma cobra morta.
       O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
                                                 MORAL DA HISTÓRIA
       Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar..., mas principalmente nunca tome decisões precipitadas... "
Fonte: Pe. Lucas de Paula Almeida, CM
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Por Rogério às 16h31

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